1-5Provérbios de Salomão: O filho sábio dá alegria ao pai; o filho tolo dá tristeza à mãe. Os tesouros de origem desonesta não servem para nada, mas a retidão livra da morte. O Senhor não deixa o justo passar fome, mas frustra a ambição dos ímpios. As mãos preguiçosas empobrecem o homem, porém as mãos diligentes lhe trazem riqueza. Quem trabalha durante o verão é filho sensato, mas o que dorme na época da colheita é filho que causa vergonha.
Interpretação: Sua conduta dá orgulho ou tristeza para quem te ama. Trabalhar na hora certa, com mãos diligentes, evita a vergonha lá na frente.
6-10Bênçãos pairam sobre a cabeça do justo, mas a violência domina a boca dos ímpios. A memória dos justos é uma bênção, mas o nome dos ímpios apodrecerá. O sábio de coração aceita os mandamentos, mas o tagarela tolo será arruinado. Quem anda em integridade anda em segurança, mas quem segue caminhos tortuosos será descoberto. Quem pisca maliciosamente o olho causa tristeza, e o tagarela tolo será arruinado.
Interpretação: Integridade é segurança: quem anda reto não tem medo de ser descoberto. Caminhos tortuosos sempre vazam.
11-14A boca do justo é fonte de vida, mas a violência domina a boca dos ímpios. O ódio provoca dissensão, mas o amor cobre todos os pecados. Nos lábios do que tem discernimento se acha a sabedoria, mas a vara é para as costas do que é falto de juízo. Os sábios acumulam conhecimento, mas a boca do insensato é um convite à ruína.
Interpretação: Sua boca pode ser fonte de vida ou de violência. Ódio acende discussão; amor cobre falhas. Escolha qual tipo de calor você quer no seu ambiente.
15-21A riqueza dos ricos é a sua cidade fortificada, mas a pobreza é a ruína dos pobres. O salário dos justos lhes traz vida, mas a renda dos ímpios lhes traz castigo. Quem acolhe a disciplina mostra o caminho da vida, mas quem ignora a repreensão desencaminha outros. Quem esconde o ódio tem lábios mentirosos, e quem espalha calúnia é tolo. Quando se fala demais, o pecado está presente, mas quem controla a língua é sensato. A língua dos justos é prata escolhida, mas o coração dos ímpios não vale quase nada. Os lábios dos justos alimentam muitos, mas os insensatos morrem por falta de bom senso.
Interpretação: Quem fala demais erra demais. Língua controlada vale prata; resposta apressada custa caro. Ouça mais, fale menos, edifique sempre.
22-26A bênção do Senhor traz riqueza, e não inclui dor alguma. O insensato encontra prazer na conduta perversa, mas o homem que tem entendimento deleita-se na sabedoria. O que o ímpio teme lhe acontecerá; o que o justo deseja lhe será concedido. Quando passa a tempestade, os ímpios se vão; mas os justos permanecem firmes para sempre. Como vinagre para os dentes e fumaça para os olhos, assim é o preguiçoso para aqueles que o enviam.
Interpretação: A bênção do Senhor não vem com tristeza embutida. Riqueza injusta sempre arrasta inquietação junto.
27-32O temor do Senhor prolonga a vida, mas a vida do ímpio é abreviada. A esperança dos justos é alegria, mas as expectativas dos ímpios serão frustradas. O caminho do Senhor é o refúgio dos íntegros, mas é a ruína dos que praticam o mal. Os justos jamais serão abalados, mas os ímpios não permanecerão na terra. Da boca dos justos brota sabedoria, mas a língua perversa será cortada fora. Os lábios dos justos sabem o que é conveniente, mas a boca dos ímpios só conhece a perversidade.
Interpretação: Justos permanecem firmes quando a tempestade passa. Não porque tenham sorte, mas porque estão enraizados em Deus.